Uma roda de conversa sobre letramento racial no Amazonas. Uma palestra sobre equidade de gênero no Rio de Janeiro. Um fórum aberto para a comunidade em Santa Catarina. São ações diferentes, em territórios diferentes, mas todas partem da mesma origem: os comitês locais do Respeito Dá o Tom.
Desde 2017, o programa corporativo de diversidade e equidade racial e de gênero da Aegea se materializa por meio de grupos de colaboradores voluntários espalhados de Norte a Sul do país, que constroem uma cultura inclusiva de dentro para fora.
Uma rede descentralizada com um propósito comum
São 11 comitês locais ativos em unidades da Aegea distribuídas por todo o Brasil, com mais de cem colaboradores voluntários que assumem o compromisso com a diversidade sem deixar de lado suas funções habituais.
De setembro de 2017 a dezembro de 2025, os comitês realizaram 622 ações presenciais e virtuais, como rodas de conversa, palestras, treinamentos e iniciativas de conscientização. Só em 2025, foram 106 atividades de engajamento — medidas como essas aproximam e auxiliam no esclarecimento de assuntos antes não debatidos ou pouco abordados em todas as pontas da sociedade.
“Os comitês locais são a prova de que a diversidade não é uma pauta distante da operação. Ela acontece nos territórios, no dia a dia de quem entrega saneamento para milhões de brasileiros, e isso fortalece nossa licença social para operar”, ressalta Marina de Castro Rodrigues, gerente do Instituto Aegea.
O que se celebra, o que se discute, o que se transforma
Em 2025, os comitês marcaram presença no Festival Pacto das Pretas, realizado em três cidades (Rio de Janeiro, São Paulo e Recife), reafirmando o compromisso da Aegea com a equidade racial e de gênero.
Na etapa carioca, a colaboradora Luana Braguin, do Comitê Local do RDT da Corsan (RS), levou ao palco, em formato de TED Talk, a trajetória do programa e a sua contribuição para a transformação da cultura corporativa. Neste ano, o Instituto Aegea, a Companhia e alguns membros desses comitês também estarão na edição de 2026 do festival.
Esses momentos constroem letramento coletivo, fortalecem laços entre equipes e reafirmam que o respeito à diversidade é parte essencial da cultura da Aegea, não uma iniciativa pontual.
Uma cultura que se constrói coletivamente
O Respeito Dá o Tom acumula reconhecimentos consistentes: Selo de Direitos Humanos e Diversidade da Prefeitura de São Paulo por três anos (2022, 2023 e 2025), Selo Igualdade Racial em 2025, três edições do Selo Sim à Igualdade Racial do ID_BR e o prêmio Top of Mind do Prêmio Diversidade em Prática 2025, com mais de 5 mil votos.
Mas o que sustenta esse reconhecimento são os comitês locais. São eles que levam a agenda de diversidade para os mais de 890 municípios onde a Aegea opera.
“O Respeito Dá o Tom mostra que equidade não é uma meta abstrata. Ela se constrói todos os dias, através das pessoas que decidem fazer parte dessa transformação dentro e fora da Aegea.“, afirma Édison Carlos, presidente do Instituto Aegea. Equidade não se decreta. Se constrói, todo dia, com as pessoas que escolhem fazer parte.


