Nove anos depois de sua criação, o Respeito Dá o Tom (RDT) ganhou diferentes formas de celebração nas unidades da Aegea. Em setembro, vídeos, rodas de conversa, encontros e ações com as equipes marcaram o aniversário do programa e colocaram em evidência quem ajuda a manter as discussões sobre equidade racial e de gênero presentes no dia a dia.
Boa parte dessa mobilização passou pelos comitês locais. Formados por colaboradores voluntários, eles organizaram atividades, aproximaram o RDT das equipes e abriram espaço para conversas sobre respeito e equidade a partir da realidade de cada unidade.

Uma celebração feita por pessoas
Em Santa Catarina, a conversa sobre os nove anos começou em Camboriú, com a participação de Édison Carlos, presidente do Instituto Aegea. O encontro sobre a importância e a trajetória do RDT foi transmitido ao vivo para as demais unidades do estado.
A programação também reservou um momento para os voluntários do Comitê Local catarinense, com participação presencial e on-line, reconhecendo quem dedica tempo ao programa. Durante a visita, Édison concedeu entrevistas a veículos de comunicação da região sobre os objetivos e as boas práticas do RDT.
Em Bombinhas, Penha e São Francisco do Sul, foram os próprios representantes das unidades que levaram o tema aos colegas durante os Diálogos Diários de Segurança (DDS). Momentos de confraternização completaram as atividades.

Diferentes caminhos para abrir a conversa
A celebração assumiu outros formatos pelo país. Nas unidades Águas de Timon, Águas de Teresina e Águas do Piauí, um vídeo produzido para os canais internos marcou os nove anos do programa.

Em São Paulo, o Comitê Regional levou a apresentação do RDT às equipes de Serviços e Comercial de Piracicaba durante um DDS. A conversa também abordou o Setembro Amarelo, com informações sobre saúde mental e os canais de ajuda oferecidos pela empresa.

Outra frente foi a formação das lideranças. Em parceria com o ID_BR – Instituto Identidades do Brasil e o Instituto Aegea, o Comitê Regional SP promoveu um treinamento de Liderança Inclusiva para líderes da regional, com reflexões sobre diversidade, respeito, equidade e o papel das lideranças na construção de ambientes de trabalho mais acolhedores e inclusivos.

Troca de experiências entre unidades
Em Mato Grosso, duas agendas reuniram colaboradores de diferentes áreas. Uma delas foi uma roda de conversa sobre equidade racial e de gênero com Marina de Castro Rodrigues, gerente do Instituto Aegea.
Participaram colaboradores de Sinop, Peixoto de Azevedo, Primavera do Leste e Diamantino, em Mato Grosso, além de Novo Progresso, no Pará. A apresentação do Guia Antidiscriminatório e a conversa sobre os pilares do programa abriram espaço para troca de experiências e esclarecimento de dúvidas.
A mobilização também chegou à organização dos próprios comitês. Na Ambiental Paraná, a programação anunciada para o aniversário previa um DDS geral com Édison Carlos sobre a trajetória do RDT e uma conversa sobre a reformulação do comitê e as expectativas para sua atuação.
Em Rondônia, o registro da celebração destacou a participação de diferentes setores no Respeito Dá o Tom, reunindo diferentes perspectivas no trabalho do programa.
Um compromisso que segue para além dos muros da Companhia
As ações de aniversário também evidenciam o papel dos comitês locais em aproximar o Respeito Dá o Tom das pessoas. São os colaboradores voluntários que abrem conversas, mobilizam colegas e ajudam a manter a equidade presente na rotina das unidades.
E esse aprendizado pode seguir para além dos muros da Companhia. As reflexões compartilhadas no trabalho acompanham cada pessoa nas relações com a família, os amigos e a comunidade, ampliando o alcance das conversas sobre respeito e equidade.


