Respeito Dá o Tom: seis anos por mais igualdade e inclusão

Respeito Dá o Tom: seis anos por mais igualdade e inclusão

É um trabalho contínuo. Conta com a participação de diversas áreas, unidades, integrantes dos comitês de igualdade racial, colaboradores, diretoria, enfim, toda a empresa se envolve. 

Os resultados são visíveis: desde 2017, o Programa Respeito Dá o Tom ajuda a Aegea a se tornar uma empresa mais inclusiva, impactando positivamente os municípios com menos preconceito. 

Os seis anos do RDT são lembrados por quem está ajudando a construir essa trajetória pautada no respeito, na inclusão e na diversidade. Empatia, autoconhecimento, respeito e inclusão são palavras escolhidas para definir o programa. 

Programa gera pertencimento

“Eu tenho o programa como um sonho”, diz Maria Wangela Costa Lima, analista Eletroeletrônico da Ambiental Ceará, ao contar que a partir do Respeito Dá o Tom ela começou a sonhar, sentiu que fazia parte de algo maior. Antes, ela diz que “não queria ser negra, eu sofria muito”. 

Programa torna a Aegea mais inclusiva

“A implantação do Programa Respeito Dá o Tom representa a mudança de clima dentro da companhia, de cultura, por um lado você vê pessoas negras com uma aceitação melhor de quem elas são, e acompanhamos pessoas brancas entendendo que isso não é mi-mi-mi. Hoje, com certeza, temos uma empresa mais inclusiva”, afirma Josélio Alves Raymundo, diretor de Operações da Águas do Rio (RJ).

Depoimento de quem sofreu preconceito na pele

“O Respeito Dá o Tom não é um programa de cotas, é um programa que valoriza competência”, conta Edivaldo Mendonça, supervisor de Operações da Águas de Primavera (MT), que já sofreu preconceito. “Um dia alguém comentou: você tem tudo o que um profissional precisa: inteligência, você é esforçado, é educado, aprende rápido, você só não está na cor certa”, lembra.

Respeito Dá o Tom iguala oportunidades

“O programa iguala as oportunidades, você consegue participar de um processo seletivo justo e, no final, vai ter um resultado, independente da sua cor, do seu gênero, da sua orientação sexual”, diz Mayara Pimenta Teixeira, operadora de Call Center da Prolagos (RJ).

Oportunidade de mostrar a capacidade

“Com toda essa mudança que vem acontecendo a gente tem a oportunidade de crescer, de estar em todos os cargos, de liderar equipes, de mostrar realmente a nossa capacidade, de mostrar que não é o tom da pele que vai mostrar se eu sou capaz ou não”, afirma Nayara Pereira de Oliveira, assistente de RH da Águas Guariroba (MS). 

Gratidão ao trabalho dos comitês de igualdade racial

“Quando a empresa abre o espaço, tira um tempo, ela deixa o colaborador participar e expor suas ideias, não tem como participar. Tenho muito a agradecer aos comitês de igualdade racial pelo trabalho desenvolvido”, diz Bruno Melo Martins, encarregado do Sistema de Esgotamento Sanitário da Ambiental Serra (ES).

Clique e confira os depoimentos. 

Pular para o conteúdo