Aegea apoia e participa de eventos da UN 2023 Water Conference

Aegea apoia e participa de eventos da UN 2023 Water Conference
Texto: Rosiney Bigattão

A Conferência da Água da ONU em Nova Iorque, que começou nesta quarta-feira, terá três dias de debates e reflexões para repensar a governança da água no Brasil. O foco será a crise climática e a agenda de cooperação pela água. É co-realizada pelo Tadjiquistão e Holanda.

Além das cerimônias de abertura e encerramento, das reuniões plenárias e diálogos interativos com vários stakeholders. Também contará com uma série de eventos paralelos organizados pelos estados membros, o sistema da ONU e outras empresas interessadas, como a Aegea.

Formadores de opiniões de todo o planeta reunidos

“Em mais de 50 anos, é a primeira vez que a ONU promove uma conferência internacional voltada para a água especificamente. Isso  mostra a relevância que a água ganhou em todo o mundo. É uma oportunidade de encontrar os formadores de opinião do planeta neste tema”, afirma Édison Carlos, presidente do Instituto Aegea e diretor de Sustentabilidade da empresa.

O executivo participa do Painel 3 – Agenda de Cooperação pela Água: Oportunidades de Progresso e Soluções. “Estar presente em nome da Aegea em um palco deste tamanho é muito importante para a companhia, que é a maior empresa de saneamento do setor privado do país”, afirma. 

“Embora o país tenha 12% da água doce do mundo, 70% dela está na Amazônia. Estados populosos como Rio de Janeiro e São Paulo têm pouca água. É importante falarmos disso, ouvir a experiência de outros lugares do mundo, além de mostrar o que a Aegea tem feito”, diz.

O contexto das discussões sobre água 

Segundo a ONU, o Brasil está no centro das discussões ambientais também por possuir a maior floresta tropical do mundo e ser um dos pioneiros nas Conferências Mundiais do Meio Ambiente, como a Rio 92

O que se quer discutir agora é como, nas últimas décadas, problemas relacionados à água tratada, gestão de recursos e acesso à infraestrutura de saneamento tornaram-se mais frequentes. 

As mudanças climáticas já trazem consequências para a gestão do uso da água no país. Em 2021, os reservatórios que abastecem o setor elétrico registraram baixa vazão devido à pior seca do Brasil em 91 anos. 

Diante dos registros de temperatura média e dados recentes de entidades brasileiras, há riscos de desertificação na Caatinga, seca prolongada na Amazônia e perda de biodiversidade na Mata Atlântica.

Busca de soluções para acelerar as metas  

O mundo não está no caminho certo para atingir o ODS 6 (Água e Saneamento para Todos) e as metas e objetivos relacionados a ele até 2030. Buscar soluções é a meta da conferência e eventos paralelos. 

“Nestes fóruns, a Aegea tem a oportunidade de participar e de falar, seremos debatedores no dia 24 e, em outros, vamos mediar. É um momento único de mostrar que a Aegea, mais do que eficiência operacional e segurança financeira, é um ícone também nos temas ESG e vamos demonstrar isso nesta conferência tão importante”, afirma Édison Carlos.

Mais sobre a água: parte fundamental de todos os aspectos da vida

Segundo a ONU, a água está intrinsecamente ligada aos três pilares do desenvolvimento sustentável e integra valores sociais, culturais, econômicos e políticos. 

É transversal e apoia o alcance de muitos ODS por meio de vínculos estreitos com clima, energia, cidades, meio ambiente, segurança alimentar, pobreza, igualdade de gênero e saúde, entre outros. 

Com a mudança climática afetando profundamente as economias globais, a sociedade e o meio ambiente, se torna urgente discutir como atingir as metas e objetivos relacionados acordados internacionalmente sobre a água.

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