Histórias de várias partes do país que quebram paradigmas

Histórias de várias partes do país que quebram paradigmas
Texto: Rosiney Bigattão

Muitos programas e ações da Aegea têm estimulado mulheres dentro e fora da empresa a ocuparem o lugar onde elas querem estar, de fato.

Para falar de suas vivências, o Programa Respeito Dá o Tom convidou algumas delas para a live “Quebrando paradigmas”, na tarde de 6 de março, com transmissão ao vivo a partir de um estúdio em São Paulo.

Com a mediação da repórter da TV Globo, Tábata Poline, a conversa foi bastante inspiradora e marcada pela emoção.

“Eu fui abraçada pela Aegea”

Do Mato Grosso, veio a primeira história inspiradora da tarde. Marinalva Alves Tavares era dona de casa e faxineira e, no momento que teve que assumir as despesas de casa, descobriu o Mãos à Obra, oferecido pela Águas de Peixoto de Azevedo, em parceria com a prefeitura.

“O curso foi uma luz em minha vida. Além da parte técnica, tinha palestras motivacionais, mulheres empoderadas falando sobre como tinham conseguido chegar até ali e eu percebi que queria o mesmo para mim”, contou. Depois de se formar em Bombeira Hidráulica, foi contratada pela concessionária como operadora de estação de tratamento de esgoto.

“Eu fui abraçada pela Aegea, sinto um respeito muito grande por parte de toda a equipe e dos meus gestores. O curso que eu fiz foi o que faltava para ampliar minha mente, eu pude mudar a minha vida. Hoje sou uma profissional, me valorizo e sou valorizada. Ganhei asas”.

Quebrando paradigmas

Jeane Maria Pereira da Silva, ou Morepe’i em sateré-mawé, a língua da comunidade Waikiru, em Manaus, onde a professora indígena atua há quatro anos. Participa do Programa Afluentes, da Águas de Manaus, e tem ajudado a levar mais dignidade para as famílias que residem na sua comunidade, na Redenção, por meio do saneamento.

“Meu povo é patriarcal, eu não poderia ser uma líder e aí começou minha trajetória. Durante a pandemia, eu tive que assumir a liderança, pois não havia outra pessoa. Na nossa comunidade, só tínhamos água de cacimba, que dava muita diarreia e outras doenças. Ao exigir nossos direitos, para ter acesso à água tratada, me aproximei da Águas de Manaus, por meio do Afluentes, e fui acolhida”, diz.

“Quando chegou a água tratada, mudou as nossas condições de saúde e a nossa dignidade, que estava por muito tempo apagada, nem matricular nossas crianças na escola não podíamos, por não ter comprovante de endereço, com o serviço de água e esgoto passamos a ter. Hoje temos independência, podemos abrir conta e muitas outras coisas”.

Depois das descobertas recentes, fez pedagogia e publicou um livro sobre sua trajetória. “Quero as mesmas oportunidades para outras mulheres da comunidade, vou dar o mesmo empurrãozinho que eu tive da Aegea, por meio do Programa Afluentes, para elas”, disse.

Empreendedorismo

Fátima Ferreira Araújo veio do Piauí para compartilhar sua experiência a partir de um programa da Águas de Teresina, o EmpreendAE. Contou, um pouco entre lágrimas, como fez da oportunidade o estopim para alavancar a carreira e transformar sua vida.

“Quando eu cheguei na Aegea, por meio do EmpreendAE, encontrei mulheres empoderadas, que me apoiaram. O conhecimento abriu a minha mente. Depois, eu mesma criei um curso: Empreenda e cresça com pudim. Por trás dessa história, tem muito aprendizado, tem apoio e desenvolvimento”, conta.

Continue lendo para conhecer outras histórias inspiradoras, como a da palestrante Grazi Mendes, que é head de diversidade, equidade e inclusão da multinacional de tecnologia, ThoughtWorks, tema da matéria a seguir.

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