Auditoria presencial constata brasicidades

Auditoria Aegea

A função primordial dos auditores da Darc, a Diretoria de Auditoria, Riscos e Controles Internos da Aegea, é acompanhar a realização dos serviços das concessionárias e Parcerias Público-Privadas, as PPPs, para saber se tudo está sendo feito de acordo com as normas, a cultura da empresa e os contratos assinados entre elas e o poder público.

Os prazos, a qualidade, a forma como as atividades são realizadas, enfim, tudo é  checado pelos auditores. Até o relacionamento entre os representantes das unidades e do poder concedente, geralmente as prefeituras, passam pelo olhar atento dos profissionais. Depois de dois anos trabalhando remotamente, eles voltaram à forma presencial.

Em 2022, os auditores já passaram pela Águas de Ariquemes, em Rondônia, Ambiental Serra, no Espírito Santo, Águas de Sorriso, em Mato Grosso, e MS Pantanal, em Dourados. Com um cronograma de trabalho bem detalhado, a equipe vai a campo para visitar os ativos – as estações de tratamento de água e esgoto e outros equipamentos, por exemplo.

Leandro Aegea

Entendendo cada operação

Para que a visita de campo tenha sucesso, é preciso entender o funcionamento de cada operação. Captação de água, coleta de amostras para análise, o descarte do lodo, aspectos de Segurança do Trabalho são pontos de atenção para os auditores. A auditoria resulta em 1.800 horas de investigação em cada projeto, sendo que parte dela é feita remotamente.

“A parte técnica não teve novidades, porque a gente conhece bem o nosso negócio, os processos que as unidades precisam seguir, quais os objetivos que temos, vamos bem preparados em campo e não tem nenhuma surpresa”, afirma o auditor da Aegea, Pedro Lucas Batista, que integrou as equipes de campo no primeiro semestre deste ano.

Equipe Ariquemes Aegea

Cultura da Aegea torna o trabalho produtivo

Para Leandro Nascimento, auditor interno sênior da Aegea, o melhor das auditorias presenciais é a troca. “O bom é retomar esse contato mais próximo com as pessoas, esse calor humano. A troca é mais rica, algumas fases rendem mais e o fato da Aegea ter essa cultura de estimular a proatividade e a colaboração facilita, torna o trabalho produtivo”, conta.

“Uma coisa que me impressionou bastante foi Sorriso, uma cidade voltada para a plantação de soja, mas bem moderna e muito acolhedora. Onde a gente chegava, nos hotéis, restaurantes, todos falavam muito bem da Aegea, fomos bem recebidos, então o relacionamento da Águas de Sorriso com a comunidade também está muito bem avaliado”, afirma o auditor.

Sorriso obra Aegea

O mesmo padrão de qualidade até nas menores localidades

“Quando a gente vê na prática que está conseguindo levar uma qualidade de serviços para os moradores, é muito gratificante. Remotamente, temos uma noção disso, mas perceber no local, efetivamente, é muito emocionante. Tanto na Ambiental Serra (ES), que é uma operação maior, quanto na Águas de Ariquemes (RO), que é menor, a mesma qualidade”, diz Pedro Lucas Batista, também auditor interno sênior da Aegea.

“A Aegea persegue padrões e perceber com mais profundidade que os objetivos estão sendo cumpridos, que está sendo criado um relacionamento forte entre a unidade local com a região, com a comunidade, é incentivador. Presencialmente fica mais fácil entender as particularidades da realidade de cada cidade, que chamamos de brasicidades. Essas visitas às unidades são fundamentais para essa compreensão”, conta. Leia a matéria completa na edição 36 da Revista Aegea.

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